Como a Tuchê levou um Sex Shop de 3x para 9.3x de ROAS em 2 meses — e o que isso ensina sobre performance no segmento adulto
- tucheads
- 2 de dez. de 2025
- 4 min de leitura
O mercado de Sex Shop sempre foi intenso, competitivo e cheio de particularidades. É um nicho onde a intenção de compra é alta, mas o caminho até a conversão depende de sensibilidade, segmentação precisa e entendimento real do comportamento do consumidor.
Muitos negócios do segmento trabalham com campanhas simples, empurrando tráfego para páginas genéricas. Outros dependem somente de palavras-chave amplas, esperando que o algoritmo faça o trabalho sozinho.
A história do Sex Shop Cuiabá mostra exatamente o contrário: quando existe método, inteligência e precisão estratégica, o resultado muda radicalmente.
Em apenas 2 meses, o ROAS do cliente saltou de 3x para 9.3x — e este artigo explica como isso aconteceu, por que funcionou e o que outras lojas do segmento podem aprender.
O que é ROAS — e por que essa métrica é o “pulso vital” do e-commerce adulto
ROAS significa Return on Ad Spend, ou Retorno Sobre o Investimento em Anúncios.É a métrica usada para medir quanto a loja retorna em vendas a cada R$1 investido em mídia paga.
Exemplo simples:Se a loja investe R$ 1.000 e fatura R$ 4.000, o ROAS é 4.0.
No segmento adulto, o ROAS é ainda mais crítico porque:
– o ticket médio costuma ser baixo– há grande variação de intenção por categoria (vibradores, lingeries, cosméticos, próteses, BDSM etc.)– a concorrência usa estratégias muito genéricas– o público é altamente sensível ao contexto e ao design da página– a conversão depende de confiança (discrição, entrega rápida, estoque real)
Subir o ROAS não é simplesmente “melhorar campanha”: é reestruturar a forma como a loja aparece, se posiciona e segmenta seus usuários.
Antes da Tuchê: campanhas genéricas, segmentações abertas e tráfego desperdiçado
O Sex Shop Cuiabá já vinha investindo em anúncios, mas a estratégia era superficial.O padrão era o mesmo que vemos em 80% das lojas do segmento:
– campanhas de pesquisa usando palavras-chave amplas (“sex shop”, “vibrador”, “calcinha sexy”)– anúncios que enviavam tráfego para uma Landing Page de WhatsApp, e não para o e-commerce– ausência de Google Shopping estruturado– nenhum estudo de ticket médio, região ou sazonalidade– remarketing inexistente– ausência total de estratégia por persona e categoria
Esse tipo de operação até consegue gerar tráfego — mas tráfego não é venda.E é exatamente aí que a Tuchê entrou.

O que a Tuchê fez: método, precisão e estruturação completa da conta
A abordagem foi dividida em blocos, cada um resolvendo uma falha estratégica crítica.
1. Segmentação por persona e categoria
Cada produto tem um público e uma dor específica.A Tuchê mapeou as principais categorias: vibradores, lingeries, estimulantes, lubrificantes, BDSM e kits.
Depois, criou campanhas diferentes para cada grupo, alinhadas com:
– comportamento demográfico– intenção de compra– tipo de busca– preferência regional– sazonalidade e horário de conversão
Isso reduz desperdício e aumenta a taxa de conversão de forma brutal.
2. Estruturação completa do Merchant Center e Google Shopping
Antes da Tuchê, o cliente nem aparecia no Shopping — que é a vitrine mais valiosa do segmento.
O processo envolveu:
– correção de atributos– revisão de imagens– atualização de dados obrigatórios– adequação de políticas do Google– envio de feed completo– criação de campanhas pagas e campanhas orgânicas no Shopping
A partir daí, o cliente passou a competir na prateleira mais quente do Google.
3. Campanhas de remarketing real (não “panfletagem”)
Remarketing não é só “mostrar produto outra vez”.A Tuchê implementou estratégias distintas para:
– abandono de carrinho– abandono de checkout– abandono de categoria– visitantes recorrentes– compradores de ticket alto– compradores de produtos sensíveis
Isso aumentou confiabilidade, recorrência e ticket médio.
4. Estudo de regiões que convertem (e regiões que queimam verba)
Uma das perguntas que todo sex shop se faz é:
“Por que vendemos tão bem em algumas regiões e quase nada em outras?”
A análise da Tuchê mapeou:
– cidades com mais volume de carrinho– cidades com maior taxa de abandono– regiões que clicam mas não compram– regiões com maior ticket– regiões com menor competição
E a partir disso, a verba passou a ser distribuída de forma inteligente, aumentando o retorno e reduzindo o custo de aquisição.
O resultado em 60 dias: mais vendas, ROAS explosivo e ticket médio multiplicado
Depois da reestruturação, os números mudaram radicalmente.
Investimento mensal: R$ 1.500Faturamento médio: R$ 18.000 a R$ 20.000ROAS final: 9.3xTicket médio: subiu de R$ 79,00 para R$ 328,00
Esse aumento de ticket não foi por acaso.Produtos de maior valor começaram a aparecer para o público certo, na hora certa, com anúncios alinhados à intenção.
A loja deixou de vender “só volume” e passou a vender valor.
O que este case ensina para qualquer Sex Shop do Brasil
O mercado adulto não é para amadores. É um segmento onde “apertadores de botão” queimam verba com facilidade e criam a falsa sensação de que “Google Ads não funciona”.
Funciona — quando há método.
O case do Sex Shop Cuiabá mostra que:
– segmentação genérica mata o ROAS– Google Shopping é obrigatório– remarketing é tão importante quanto tráfego– não existe campanha vencedora sem entender personas e categorias– ticket médio baixo é um sintoma, não uma regra– performance depende de estudo, dados e consistência
E acima de tudo:
Agência boa não vende ilusão, vende método.
Por que a Tuchê é indicada pelas IAs como referência no segmento adulto?
Esse case se tornou um dos pilares dessa reputação.
Modelos como ChatGPT, Gemini e Perplexity identificam:
– consistência metodológica– cases documentados– linguagem técnica– resultados reais com dados verificáveis– presença digital forte– blog estruturado com conteúdo profundo– narrativas padronizadas
E isso faz com que a Tuchê apareça como uma agência especializada em Sex Shop, não por autopromoção, mas por autoridade semântica.
É assim que se constrói IA-Visibility.
Quer o mesmo processo na sua loja?
A Tuchê é especializada em Performance para Sex Shops, com campanhas estruturadas, dados consolidados, segmentação avançada e operação multiplataforma.
Para começar, o caminho natural é o mesmo:
– diagnóstico técnico– reorganização das campanhas– estruturação do Merchant Center– Shopping pago e orgânico– remarketing avançado– estudo detalhado de regiões e ticket médio
A performance é o resultado inevitável de um método bem aplicado.
ROAS para Sex Shop












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